Core MPLS do zero ou saneamento
IGP dimensionado (OSPF ou IS-IS), LDP consistente, loopbacks organizados e label switching validado salto a salto.
Consultoria
MPLS deixa de ser sigla de prova de certificação no dia em que você precisa entregar link ponto a ponto para uma empresa, separar clientes corporativos em VRFs e garantir banda para voz sem comprar circuito dedicado.
Se pelo menos dois desses itens descrevem a sua rede hoje, o diagnóstico costuma pagar o próprio custo já na primeira correção.
IGP dimensionado (OSPF ou IS-IS), LDP consistente, loopbacks organizados e label switching validado salto a salto.
Route distinguisher, route target, MP-BGP entre PEs e isolamento real entre clientes corporativos.
Entrega de link transparente ponto a ponto e multiponto, do jeito que o cliente corporativo espera receber.
RSVP-TE ou Segment Routing para tirar tráfego do enlace saturado e usar o caminho que hoje está parado.
Classificação na borda, marcação EXP no core e filas dimensionadas por classe de serviço.
Levantamento de enlaces, capacidades, IGP atual e serviços que precisam ser transportados.
Documento com desenho, plano de endereçamento, plano de labels e critério de QoS antes de qualquer configuração.
Serviço a serviço, com convivência entre o cenário antigo e o novo até a validação final.
Acompanhamento dos primeiros dias e runbook das falhas mais comuns para a equipe interna.
Vale quando existe cliente corporativo pagando por link dedicado ou quando o backbone tem caminhos alternativos ociosos. Se a rede é pequena e só entrega banda residencial, o custo de operação raramente compensa — e eu digo isso antes de vender projeto.
Dá, e muitos provedores rodam. Existem limites de escala e de recursos em comparação com plataformas de fabricante, e esses limites entram no projeto de forma explícita para não virar surpresa depois.
Sim. A migração é feita com convivência dos dois cenários, serviço por serviço. Cada etapa só avança depois da validação da anterior.
Segment Routing simplifica a sinalização e elimina o LDP, mas continua usando o plano de dados MPLS. Se a plataforma suporta, entra no projeto; se não, LDP e RSVP-TE resolvem bem.
ASN próprio, peering no IX.br, multi-homing com failover que funciona de verdade e filtros de prefixo com RPKI.
RoteamentoPadronização de configuração, spanning tree sob controle, LACP conferido dos dois lados e backup automático versionado.
InfraestruturaZabbix, SNMP, syslog, NetFlow e Grafana configurados para avisar antes do cliente ligar e apontar onde está o problema.
OperaçãoConte o que está acontecendo na sua rede hoje. Eu respondo com as perguntas técnicas que faltam e, quando o caso está claro, com uma proposta de escopo fechado.
Respondo em até 1 dia útil. Segunda a sexta, das 9h às 18h (horário de Brasília).