Clínicas, escritórios e consultórios
URA com opção para agendamento, financeiro e resultados, fila de recepção e gravação para registro do que foi combinado.
Telefonia IP em nuvem para pequenas e médias empresas
Um PABX virtual coloca a central telefônica em um servidor na nuvem e leva os ramais para onde a equipe estiver: aplicativo no celular, softphone no computador ou telefone IP na mesa. O cliente liga no número que já conhece, ouve a URA, cai na fila certa e é atendido por quem está disponível, na loja, na filial ou em casa.
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Se o telefone da empresa toca em um aparelho só, ou se cada pessoa dá o próprio celular ao cliente, o PABX virtual é o que organiza isso.
URA com opção para agendamento, financeiro e resultados, fila de recepção e gravação para registro do que foi combinado.
Um número divulgado, vários atendentes. Fila de toque geral no horário de pico, transbordo para o celular do dono fora dele.
Fila de suporte com posição anunciada, URA com segunda via e status da rede, integração do histórico de chamadas com o ERP do provedor.
Ramal em qualquer cidade com internet. Ligação entre filiais não custa, e o cliente não percebe onde a pessoa está.
Quatro camadas que eu configuro e mantenho: a conexão com a rede pública, os ramais, o roteamento das chamadas e a operação.
A operadora VoIP entrega o seu número, novo ou portado, e o 0800, por um tronco SIP com canais simultâneos dimensionados para o seu volume.
Ver os recursosSoftphone no celular e no computador, telefone IP de mesa ou ATA para reaproveitar o aparelho analógico. Cada ramal com senha própria e registro seguro.
Ver os recursosO caminho da chamada da entrada ao atendimento: menu, horário, fila, grupo, transbordo, correio de voz e rota de saída por custo.
Ver os recursosGravação com aviso, relatórios de chamadas, monitoramento em tempo real, suporte e ajuste fino depois que a equipe começa a usar.
Ver os recursosPlataforma multiempresa com painel web próprio. O gestor cria ramal, altera a URA e vê os relatórios sem abrir chamado.
Plataforma de telefonia em nuvem com ramais, grupos, filas, agentes, troncos SIP, rotas de entrada e saída, horários de atendimento, relatórios e histórico de chamadas.
Ramais e URA
Cada pessoa da empresa recebe um ramal SIP, que é um usuário com senha registrado na central. O ramal funciona em um aplicativo no celular Android ou iPhone, em softphone no Windows, Mac ou Linux, em telefone IP de mesa ou em um adaptador ATA ligado ao telefone analógico que já existe. O mesmo ramal pode tocar em mais de um dispositivo ao mesmo tempo.
A URA, ou atendimento eletrônico, é o que o cliente ouve ao ligar. Ela pode ter um menu por dígito, submenus, horário comercial com mensagem diferente fora dele, tratamento de feriado, discagem direta do ramal e mensagens gravadas por locutor ou geradas por voz sintetizada. Uma URA bem desenhada tem no máximo dois níveis e leva o cliente ao atendente em poucos segundos.
Um ramal por pessoa, em qualquer lugar com internet. Chamada entre ramais não passa pela operadora e não custa.
Ramal que toca no computador e no celular ao mesmo tempo, ou que segue para outro número quando não atende.
Transfere direto ou fala com o colega antes de passar a chamada. Captura de chamada do ramal do lado.
Recado gravado chega como anexo de áudio no e-mail do ramal, com número e horário de quem ligou.
Mensagem e destino diferentes para horário comercial, fora dele e em feriado, com calendário configurável.
Opções numéricas, submenus, tempo de espera e tratamento de opção inválida. Quem sabe o ramal disca direto.
Nota por dígito ao final da chamada, associada ao agente que atendeu, para o relatório de qualidade.
Sala de conferência com PIN. Supervisor pode ouvir, sussurrar para o agente ou entrar na chamada em treinamento.
Filas de atendimento
Fila de atendimento é o que segura a chamada quando todos os atendentes estão ocupados e a entrega ao primeiro que liberar. Cada fila tem os seus agentes, que podem fazer login e logout, entrar em pausa com motivo e ter um tempo de finalização entre uma chamada e outra. A estratégia de toque define quem recebe a próxima chamada.
O que faz a diferença é o que acontece quando a fila cresce: anúncio de posição e tempo estimado, música ou mensagem institucional na espera, tempo máximo e transbordo para outra fila, para um celular ou para o correio de voz. O relatório mostra tempo médio de espera, chamadas abandonadas e nível de serviço por período, que é o número que diz se falta gente no horário de pico.
Todos os agentes tocam ao mesmo tempo e o primeiro que atende fica com a chamada. Indicada para equipes pequenas.
A chamada vai para o próximo agente da lista, lembrando quem atendeu a última. Distribui o trabalho por igual.
Vai para quem está há mais tempo sem atender. Boa para equipes com chamadas longas e curtas misturadas.
Vai para quem atendeu menos chamadas no dia. Equilibra a carga em equipe com turnos diferentes.
O cliente ouve em que posição está e quanto deve esperar, com intervalo configurável entre os anúncios.
Passou o tempo máximo ou a fila está sem agente logado: a chamada vai para outra fila, um celular ou o correio de voz.
Almoço, reunião, pós-atendimento. O relatório mostra quanto tempo cada agente ficou em cada pausa.
Em vez de esperar, o cliente digita uma opção e a central liga de volta quando um agente libera.
Troncos, rotas e números
O tronco SIP é a ligação entre a central e a rede pública de telefonia. A operadora VoIP entrega os números, chamados de DDR, e uma quantidade de canais simultâneos. O tronco pode ser autenticado por registro, com usuário e senha, ou por endereço IP fixo, e é dimensionado pelo número de chamadas que a empresa faz ao mesmo tempo, não pelo número de ramais.
Rota de entrada é a regra que diz para onde vai cada número recebido: a URA principal, uma fila, um ramal ou um destino diferente por horário. Rota de saída é a regra que escolhe por qual tronco a chamada sai, por prefixo discado e por custo, com uma rota de reserva caso a primeira falhe. O seu número atual pode ser portado para a operadora VoIP e continua o mesmo para o cliente.
O número fixo ou móvel da empresa migra para a operadora VoIP pelo processo regulado pela Anatel, sem mudar nada para o cliente.
DDR local em qualquer cidade do Brasil, para ter presença regional sem ter escritório lá.
Número gratuito para o cliente, ou número nacional de custo compartilhado, apontado para a mesma URA.
O mesmo número cai na fila durante o dia, no celular do plantão à noite e no correio de voz no domingo.
Chamada para celular sai por um tronco, para fixo por outro, internacional por um terceiro. Rota de reserva se um cair.
Cada ramal ou fila pode sair com o número principal da empresa ou com um DDR próprio, conforme a regra.
Qualidade e segurança
Uma chamada de voz consome cerca de 100 kbps por sentido no codec G.711, o de melhor qualidade, e cerca de 40 kbps em G.729. Dez chamadas simultâneas cabem em 1 Mbps de upload. O que estraga a voz não é a banda, é a latência acima de 150 ms, o jitter e a perda de pacote, que aparecem quando o link está saturado por download ou vídeo. Por isso a configuração inclui priorização de voz no roteador, VLAN de voz quando há telefone IP de mesa e o desligamento do SIP ALG, função de roteador doméstico que corrompe a sinalização e derruba chamada.
Central exposta na internet recebe tentativas de invasão o dia inteiro, e um ramal com senha fraca vira ligação internacional na sua fatura. Cada ramal tem senha longa e única, limite de chamadas simultâneas, restrição de destino e bloqueio automático de IP após tentativas erradas. Sinalização e mídia podem ir criptografadas por TLS e SRTP, e a gravação fica em servidor com acesso restrito e prazo de retenção definido.
Marcação DSCP e fila de prioridade no roteador da empresa. A voz passa na frente do download.
Telefones IP em rede separada dos computadores, com o switch entregando a VLAN pela porta.
Função de roteador que reescreve pacotes SIP e causa chamada muda ou sem áudio de um lado. Desligar é regra.
Senha longa por ramal, bloqueio de IP após tentativas erradas e alerta de registro vindo de país estranho.
Restrição de destino por ramal e teto de chamadas simultâneas por tronco. Fraude não vira fatura.
TLS na sinalização e SRTP na mídia para ramais remotos, com certificado válido na central.
Aviso de gravação na URA, acesso restrito por perfil, prazo de guarda definido e exclusão programada.
Se a internet da empresa cair, a rota de entrada transborda para celulares. A central continua no ar na nuvem.
Comparação
A central física exige compra do equipamento, placas para linhas, cabeamento até cada mesa e um técnico para qualquer alteração. Ela fica presa ao endereço: mudou de sala, mudou tudo. O PABX virtual não tem custo de aquisição, cresce um ramal por vez, é alterado pelo painel e acompanha a empresa para onde ela for.
Usar o celular de cada funcionário como telefone da empresa é mais barato no começo e mais caro depois: o cliente fica com o número da pessoa, não da empresa; quando ela sai, leva a carteira junto; não existe fila, gravação nem relatório. O PABX virtual coloca um número da empresa na frente de todos os celulares, com o histórico ficando com a empresa.
Nada de central, placa E1, ramal analógico ou infraestrutura de cabos. Mensalidade por ramal e o plano de minutos da operadora.
Contratou um atendente, cria um ramal. Saiu, desativa. Sem limite físico de portas.
Trocar a mensagem da URA, mudar horário ou incluir alguém na fila leva minutos, sem visita técnica.
Cliente liga para a empresa, não para a pessoa. Saiu um funcionário, o ramal passa para o próximo.
Quantas chamadas entraram, quantas foram atendidas, em quanto tempo e por quem. Sem isso, não há como melhorar.
Histórico de chamadas no cadastro do cliente, discagem por clique e abertura de atendimento a partir da chamada, por API.
Da conversa inicial ao primeiro dia com a equipe atendendo pelo ramal, sem parar o telefone da empresa em nenhum momento.
Quantas pessoas atendem, em quais horários, quantas chamadas simultâneas, quais números existem hoje e como o cliente deve ser recebido.
Fluxo da chamada no papel, mensagens escritas e aprovadas por você antes da gravação. Proposta com escopo e valor fechados.
Ramais, troncos, URA, filas, rotas e gravação configurados e testados com número provisório, com a equipe já usando o aplicativo.
O número atual é portado e passa a cair na central. Treinamento da equipe, ajuste fino na primeira semana e suporte depois.
Quem faz
15 anos de tecnologia e telecomunicações, com sistemas em produção para oficina, RH, provedor de internet e telefonia, dois produtos SaaS próprios e consultoria de redes para provedores em MG, SP, BA. Você fala direto com quem configura, programa e responde depois da entrega.
É a central telefônica da empresa rodando em um servidor na nuvem, em vez de em um equipamento no escritório. Os ramais se conectam pela internet, pelo protocolo SIP, em aplicativo no celular, softphone no computador ou telefone IP. A empresa mantém o seu número, ganha URA, filas, gravação e relatórios, e não compra nem mantém hardware de telefonia.
Sim. O número fixo ou móvel é portado para a operadora VoIP pelo processo de portabilidade numérica regulado pela Anatel. O cliente continua ligando no mesmo número, e a chamada passa a cair na central virtual. Durante a portabilidade o número antigo continua funcionando; a virada acontece em uma janela combinada.
Não. Uma chamada usa cerca de 100 kbps por sentido em G.711, então dez chamadas simultâneas cabem em 1 Mbps de upload. O que importa é a estabilidade do link: latência abaixo de 150 ms, pouco jitter e sem perda de pacote. Na configuração eu priorizo a voz no roteador da empresa para o download de vídeo não atrapalhar a chamada.
Sim. O ramal roda em aplicativo softphone para Android e iPhone e toca pela internet, por Wi-Fi ou 4G e 5G. A pessoa atende e faz chamada com o número da empresa de qualquer lugar, e o histórico e a gravação ficam na central, não no aparelho.
A URA é o menu que o cliente ouve ao ligar e que o direciona: para vendas digite um, para suporte digite dois. A fila é o que acontece depois da escolha: a chamada aguarda com música e posição anunciada até um agente daquele setor liberar. Uma URA pode apontar para várias filas, e uma fila pode transbordar para outra ou para um celular.
A gravação é opcional e pode ser ativada por ramal, por fila ou para tudo. Ela é permitida desde que o interlocutor seja informado, o que se faz com uma mensagem na URA. As gravações ficam em servidor com acesso restrito por perfil e prazo de guarda definido, em linha com a LGPD.
A central continua no ar na nuvem. A rota de entrada detecta que os ramais da empresa não estão registrados e transborda para celulares cadastrados, ou para o correio de voz, conforme a regra. Ramais no celular com 4G continuam funcionando normalmente.
Não. O softphone no celular ou no computador com headset já é um ramal completo. Telefone IP de mesa entra quando a pessoa prefere aparelho físico, e um adaptador ATA reaproveita o telefone analógico que a empresa já tem.
Ramais são ilimitados; o que se dimensiona é o número de canais simultâneos do tronco SIP, que depende de quantas chamadas a empresa faz e recebe ao mesmo tempo. Uma empresa com dez pessoas costuma precisar de quatro a seis canais. Isso é medido no levantamento e ajustado pelo relatório depois.
Mensalidade por ramal, mais o plano de minutos ou os canais do tronco contratados com a operadora VoIP, em seu nome. Configuração, desenho da URA, gravação das mensagens e treinamento entram na proposta inicial com valor fechado. Não há fidelidade.
Criação de sites, sistemas web sob medida, e-mail profissional e PABX virtual para MEI e empresas do Simples Nacional. Proposta fechada em 1 dia útil.
Ver a páginaQuantas pessoas atendem, em quais horários, quais números existem e o que acontece quando ninguém atende. Eu respondo com o desenho da URA e das filas e uma proposta de escopo e valor fechados.
Respondo em até 1 dia útil. Segunda a sexta, das 9h às 18h (horário de Brasília).